flamming pigs...
bom, estava eu, numa manhã de sexta-feira indo para o trabalho morrendo de fome, pq não tinha tomado café da manhã. cheguei na agência, bati o ponto e corri para “O Homem que não sorri”, um empório(zinho) com comidinhas gostosas e um dono que não mostra os dentes nem pra dizer o preço.
lá tinham umas loud girls, daquelas que falam alto, bobagem e com voz irritante. sentei e elas sentaram atrás de mim, para a minha fadada sorte.
era impossível não prestar atenção no que elas diziam, afinal a frequência das vozes ultrapassavam os 70 decibéis (limite máximo de exposição diária estabelecido pela legislação).
elas falavam sobre “amigo secreto” e as pessoas que elas odeiam no trabalho (quase todas pelo que entendi).
até que uma delas estava falando que até o fim do ano falaria o que sempre quis para uma de suas colegas: “Sua palestina, pobre, feia e anti-social!” e risos.
meu sangue subiu. quantos erros existem nessa frase, injustiça, pré-conceitos e ignorância em apenas uma frase que nem verbo tem.
mudando o assunto no meio da história. porque encontrei um tema mais fascinante e menos estressante. aqui na agência, por exemplo, os lugares onde vamos comer têm os apelidos mais weird, na maior parte das vezes não fazemos a mínima idéia do nome real do lugar, mas... existe o “Esquininha”, “Toldinho”, “Porpetão”, “Lanches”, “Fatias”, “Café da Maria” e o já citado “Homem que não sorri”.
se alguma das TRILHÕES (nenhuma) de pessoas que visitam meu blog tiverem algum nome interessante pra acrescentar, sinta-se a vontade!
I don´t give answers.
ask me why.
Escrito por Luxy às 12h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|