in seven days, you’ll be dead…
quem já recebeu um telefonema da Telefônica dizendo que a conta não foi paga, já sabe que isso não foi uma cobrança, mas uma ameaça. lembrei daquele filme “Caráter” e muito outros em que ainda existiam aqueles homens estranhíssimos, geralmente gordos que a noite batiam na porta da sua casa com uma carta na mão e uma cara de aasassino frio e sanguinário.
tudo bem, eu posso estar exagerando, mas eu ainda acredito que seja essa o objetivo daquele telefonema. normalmente, quando a telefônica liga para oferecer serviços ou coisa do gênero, é sempre com uma voz feminina, bonita e meiga, toda prestativa.
hoje ligou uma gravação, cuja voz era masculina, grossa e sombria. sem musiquinha de fundo, nem nada. apenas um profundo silêncio e aquela voz tenebrosa (quase um Zé do Caixão) dizendo: “Prezado Cliente…”
depois lembrei ainda do filme “O Chamado”, em que a pessoa atende o telefone e uma voz diz que ela vai morrer em 7 dias… ok, se eu morrer dia 28, vcs já sabem a razão… processem a telefônica!!!
blah!
trim… trim… trim… trim
Escrito por Luxy às 11h32
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
just thinking...
insuportável é sentir vontade de mudar tudo, mas resistir por medo do desconhecido.
Escrito por Luxy às 10h25
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
tanto por nada...
meus textos têm sido muito assim, ultimamente. não apenas os que escrevo, mas um pouco tb os que vivencio. as coisas a primeira vista parecem imensas e que no fim vão repercurtir em outras ainda maiores, mas no final das contas... nada. ou pelo menos, nada comparado ao que imaginava que pudesse ser.
I still think I deserve more…it’s not fair! “No, it isn’t. But that’s the way it is.”
Escrito por Luxy às 10h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
dores...
existem as dores ruins e as dores boas, dores derivadas de machucados ou de sentimentos. porém existem também as inclassificáveis, as que apenas doem, sem motivo aparente, sem sangue, sem hematomas, sem marcas visíveis.
queria incluir uma coisa que escrevi, acho que há mais ou menos 1 ano, mas eu não lembro das palavras exatas que usei… mas engraçado, eu poderia dizê-las/escrevê-las hoje sem qualquer alteração que elas estariam traduzindo minhas sensações hj.
era algo sobre um “constante gosto de fim” nas coisas.
Escrito por Luxy às 09h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|